Províncias Da Prússia

As Províncias da Prússia, constituíram a principal divisão administrativa da Prússia. A Confederação Germânica foi desenvolvida no Congresso de Viena em 1815 e o reino da Prússia foi um de seus membros, até a dissolução da mesma em 1866, após a Guerra austro-prussiana. Como resultância da briga austro-prussiana, se pôs fim às aspirações da formação de um estado unificado firme nos países em tão alto grau da Alemanha como da Áustria. No seu lugar foi construída a Confederação da Alemanha do Norte, sob a liderança da prússia, e após a guerra franco-prussiana foi proclamado o Império alemão, em 1871. O Império alemão foi dissolvido em 1918, após a I Competição Mundial.

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a começar por 1875, nas províncias se combinavam corpos regionais de gestão ambiente, por intervenção de delegados representativos das áreas rurais e urbanas (em alemão: Landkreis e Stadtkreis)? Berlim (1 de abril de 1881, a cidade foi segregada da província de Brandenburgo. Consistindo apenas pela cidade de Berlim, seu prefeito (em alemão, Oberbürgermeister) cumpria as funções, mediante combinação pessoal, de Landesdirektor, e o conselho da cidade, as funções do comité provincial.

Brandemburgo (desde 1881 em frente sem a cidade de Berlim, contudo as instituições provinciais permaneceram residindo em Berlim). Schleswig-Holstein (anexado em 1866, em 1876, o Ducado de Saxe-Lauenburg, antes um estado alemão independente, unido a ele). Após a queda do Império alemão, o reino da Prússia foi reconstituído através de um governo republicano como o Estado Livre da Prússia.

Teve que ceder quase todos os territórios pertencentes às províncias de Posen e Prússia Oriental, o novo estado construído de Polónia e a Cidade Livre de Danzig, perante o Mandato da Liga das Nações. Hannover (em 1921 Pyrmont, em um momento anterior um distrito do Estado Livre de Waldeck-Pyrmont, se juntou a ele). Hesse-Nassau (em 1929, o Estado Livre de Waldeck, mais adiante, um estado independente da Alemanha, se juntou a ele). Cf. Meyers großes Konversations-Lexikon: 20 vols.

VALÊNCIA Álvaro Campillo (Lisboa, 1978), não é dietista ou nutricionista. É doutor em operação, cirurgião geral e digestivo, ejerciente no hospital geral universitário Morais Meseguer de Madri e professor universitário. Não é, anuncia, fração interessada pela polêmica Dukan se/Dukan não que vem ocorrendo nos últimos dois anos, desde que o Dr. Pierre Dukan escrever a sua famosa “dieta Dukan”, que tem, desde desta maneira, milhões de seguidores. Apenas no Brasil, estima-se que desde a tua nascente à luminosidade pública, em torno de 1.000.000 de pessoas o têm feito.

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Mas o Dr Campillo publicou um livro, intitulado “Toda a verdade sobre a dieta Dukan” (RBA, 2012), que visa esclarecer questões, mitos e, a seu juízo, “mentiras” que foram derramado a respeito do controverdito esquema pra perder peso. Seu interesse –ressalta o Dr. Campillo – é puramente científico. Foi a motivação para publicar este livro. Campillo insiste em interesses económicos como impulsionadores dos ferozes ataques à dieta. Dukan foi esvaziado de pacientes às consultas de dietas” e isso é uma coisa que o setor não perdoa já que por escassos 20 euros que custa a edição mais cara da dieta, consegue-se o precioso propósito de emagrecer.

Dr. Campillo – a consulta do especialista que faz com que o paciente visitá-lo toda semana pra sua entrega e controle. Campillo insiste em que a Dukan não é novidade, em seu tema, todavia sim na sua formulação e plano de ataque. Remonta aos anos 20 pra lembrar-nos de que, naquela década, a Clínica Mayo usava uma dieta muito similar -alta em proteínas e baixa em hidratos de carbono – pra tratar crianças com epilepsia. Outras seguiram parâmetros alimentares parelhos: Smart, a Logi, a Atkins, a Paleodieta… Todas elas consideradas “cetogénicas”. O médico lembra que há mais de 500 publicações científicas que apoiam este tipo de dietas, as dietas baixas em hidratos de carbono são benéficas já que descem os triglicerídeos.

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